Principal
Eventos
Divulgue seu evento
Anuncie no site
Agenda Cultural
Noticias
Contato
Notícias/RO
Jornais/RO
Faculdades/RO
Games
Revistas
Google
Cartões Virtuais
Charges
Banco de Imagens
Video Clipes
Barretos
Galera VIP
Gazeta Festival
Games
Músicas
Notícias
Pagando Mico
Folia & Carnaval
Promoção
Rádio on-line
Recado de Amor
RingTones
Vídeos
Orkut
  Gotinha Virtual
12/3/2010 - 'Canibal' argentino pega prisão perpétua por matar vítima e comer sua pele

Mauricio Reyna Mulena foi considerado culpado de homicídio qualificado.
Conhecido como 'canibal de Alvear', ele insinuou ter cometido mais crimes.

Da AFP

Tamanho da letra

Um homem conhecido como o "canibal de Alvear" foi condenado à prisão perpétua na província argentina de Mendoza, por ter matado um jovem com 29 facadas e comido um pedaço da pele onde o rapaz tinha uma tatuagem, informou nesta quarta-feira (10) uma fonte judicial.

Mauricio Reyna Mulena foi considerado culpado de homicídio qualificado pela morte de Luciano Redemí, de 24 anos.

"Uma alma a mais para mim... E não pensem que é a primeira alma que como. Só que sobre as outras ninguém tomou conhecimento", teria dito o acusado no momento do crime, segundo uma das testemunhas.

 

 

Foto: Reprodução

Mauricio Reyna Mulena, o 'canibal de Alvear', em foto publicada nos jornais locais. (Foto: Reprodução)


O crime aconteceu em 7 de maio de 2006, na cidade de Alvear (oeste), quando o assassino, a vítima e outras três pessoas entraram sem permissão em um armazém com a intenção de beber vinho e roubar algumas ferramentas.

Em um certo momento, enquanto bebiam vinho, o assassino acertou um soco em Redemí, fazendo-o cair. Em seguida, o chutou no rosto e desferiu 29 facadas na região do tórax.

Em seguida, Mulena arrancou da vítima um pedaço de pele das costas, que tinha uma tatuagem, para depois comê-lo, o que lhe rendeu o apelido de "canibal".

Durante o julgamento, soube-se que o acusado chegou a tirar outro pedaço de pele tatuada na região da perna do jovem, mas não o comeu.

A promotoria, que pediu a prisão perpétua, sugeriu ainda que a tatuagem das costas teria sido arrancada quando Redemí ainda estava vivo, embora isto não tenha sido provado.

Em 2008, os cúmplices foram condenados por encobrir o crime, enquanto o homicida permanecia foragido até que acabou sendo detido em janeiro de 2009, no bairro de San Telmo, em Buenos Aires, a mil quilômetros do local do crime.

Leia mais notícias de Mundo

-------------------------------
s
Site desenvolvido por Edênis Oliveira - edenis.oliveira@gmail.com