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2/6/2008 - NOVA BRASILÂNDIA D´OESTE - RONDÔNIA - BRASIL

HISTÓRIA DE NOVA BRASILÂNDIA D´OESTE – RO

 
Trabalhos de pesquisa, em 1975/76, realizando mapeamento geológico e prospecção geoquímica na bacia do Rio Branco do Guaporé e no curso médio inferior dos rios Bolonês e Acangapiranga e ainda no rio Muqui, verificam que na área coberta pelo atual município de Nova Brasilândia D’Oeste havia apenas a presença pontual de seringueiros como no depósito Novo Mundo no rio Homônimo, em algumas colocações no rio Bolonês e no seringal Paulo Saldanha no rio branco do Guaporé (a sul do município). A porção entre o Rio Branco do Guaporé e as cabeceiras dos rios Novo Mundo e Bolonês consistiam em área de perambulação de grupos indígenas, evidenciada por numerosos indícios, e que hoje se alojam em reservas indígenas a sudoeste de Nova Brasilândia.
A abertura de novas fronteiras agrícolas e a extração de madeiras nobres conduziram  a ocupação crescente  para oeste da  rodovia Br-364, surgindo novos núcleos urbanos, dos quais cabe destacar regionalmente a cidade de Rolim de Moura. Esta cidade serviu de suporte para a continuidade da penetração em direção oeste, de onde partiram os primeiros desbravadores em busca de novas terras, férteis e abundantes.
Em 20 de julho de 1979, a primeira expedição constituída pelos senhores Onivaldo Silveira Bueno (hoje residente no km 0,5 da linha 138 norte), Sérgio Maçaneiro Bueno, Dimas “Branco”, João Parron e Esmeraldo D. Do Nascimento, deslocava-se de Rolim de Moura utilizando um acesso precário aberto por madeireiros até a linha 156 (distante 28 km à oeste), e a partir daí abrindo picada até atingir a atual linha 138, 2 km a sul da linha 25, medindo a distância utilizando cipó, onde então se estabeleceram provisoriamente, constituindo as primeiras casas.
A comunidade foi ampliada no inverno de 1980 com a chegada dos senhores Nelson Bueno e Mauro Cão de Zorba. Nesse local, permanece até os dias de hoje, o senhor Onivaldo, originário de Mundo Novo - MS. Em 1981, novos moradores vieram se juntar ao grupo pioneiro, entre os quais José Honorato, Donizete mota, Geraldo tremeu, Aparecido Sodre, Élson “cipó”, Argemiro Chagas e Nicolau Oliveira, avançando para oeste, no caminho aberto pelos pioneiros. As primeiras culturas foram de arroz e de milho e os primeiros animais (16 vacas, burros e muitos porcos), tocados a pé pelas picadas melhoradas.
Alguns desses pioneiros, entre os quais João Parron e Esmeraldo D. Do Nascimento decidiram estabelecer uma rota por via fluvial através dos rios Muqui e Acangapiranga, alcançando o igarapé Novo Mundo próximo de onde hoje se situa o km 4,5 da linha 13 norte, provavelmente utilizando antigos depósitos de seringal (depósito Novo Mundo). Nas viagens seguintes de barco, novos moradores vieram, como os senhores. Luís Fujioka, Edmundo, Ivo, e José Reis, estabelecendo-se entre as linhas 9 e 13, chegando nas proximidades das propriedades do senhor Onivaldo, ocasionando atritos pela posse de terras (1981). Após a abertura da linha 25, abandonou o uso da via fluvial.
Nesse ínterim, notícias procedentes de Cacoal davam conta da futura abertura de uma vila que distaria 60 km à oeste de Rolim de Moura e que seria denominada Barreirão. Com essa informação, os senhores Onivaldo, Sérgio, Nicolau e Dimas, encetaram uma segunda jornada para oeste, abrindo picadas guiados pelo sol, atingindo finalmente em maio/82 o local hoje definido como km 2 da linha 122 s (linha 117), onde abriram uma pequena área desmatada, retornando posteriormente.
Como conseqüência, no 2º semestre/82, técnicos do Incra-Cacoal, acompanhados do senhor Sérgio Bueno procederam a uma demarcação topográfica a partir da l-156 para oeste através de uma linha chamada posteriormente de l-25, indicando os locais onde seriam abertas as linhas vicinais n-s, a cada 4 km, quando então se identificou como sendo l-138 s a área da primeira comunidade.
Essa expedição atingiu finalmente o local da futura cidade de nova brasilândia, procedendo à abertura de uma pequena área e a construção da 12 barracas de 20m2 (nas proximidades do atual Supermercado Trento) em agosto/82. Discutiram então nomes para a nova vila, sugerindo-se Nova Brasília, Mundo Novo, Três Corações, Nova Paranavaí, decidindo-se finalmente por Brasilândia, sugerido por Sérgio Bueno. Colocou-se em seguida uma placa de madeira onde estava escrito, com tinta obtida de solução de pilhas: seja bem vindo a Brasilândia - barraca do Tio Pedro.
A partir de então, o povoamento da região ganhou uma nova dimensão, com o acesso ainda a pé ou por tração animal. Em fins de 1982, fixa residência no novo núcleo urbano, a 1ª família, do senhor Antônio Anacleto (Nenê), constituída pelo casal e 9 filhos, atual morador da linha 114 n-km 8, além de outras pessoas (João “Canela Roxa”, Luís Chave, Hermes Moreira Francisco, Antônio Onildo de Carli e Tio Pedro). Os primeiros estabelecimentos comerciais foram um armazém (do Sr. João Canela Roxa), Bar/Restaurante (do Sr. Dimas) e farmácia ( Luís Schiavi).
A região era marcada por uma fauna abundante, própria da Amazônia (anta, porco do mato, onça, veado, aves), porém escassa em madeira de lei, com densidade maior em direção ao rio branco do Guaporé.
Era habitada igualmente por tribos indígenas, evidenciadas por breves contatos e mais freqüentemente por vestígios (ramos quebrados, trilhas, utensílios de barro), as quais foram sendo deslocadas gradativamente em sentido sudoeste, até se fixarem nas atuais reservas.
Ainda em 1982, o incra começou a abertura das primeiras linhas. Em fins de 1983, o primeiro carreador atingiu a vila de brasilândia, permitindo a chegada de veículos.
 Em 1984, era aberta definitivamente a atual estrada, com verbas do programa polonoroeste. A abertura do carreador provocou a explosão da migração de pessoas interessadas em terras baratas e férteis, exploração do comércio e extração de madeira. A primeira serraria foi construída pelo Sr. Joaquim f. Azevedo, no local onde hoje é a teleron, seguida pela serraria  maracanã. É importante ressaltar o processo de colonização efetuado por paranaenses (como Antônio Anacleto), estimulados pelos proprietários da empresa eucatur, cujos veículos demoravam cerca de 4 dias para vir de cascavel até Ji-paraná.
O primeiro transporte coletivo utilizado, em fins de 1983, foi uma camioneta f-400, de propriedade do Sr. Armelindo Cora, seguido por um caminhão perkins. Após a aquisição de um ônibus, o Sr. Cora criou uma empresa, denominada de viação amazonas, responsável parcialmente pela melhoria do carreador. Esse transporte não tinha horário fixo, deslocando-se quando completasse a lotação.
As primeiras habitações, do tipo tapiri, foram construídas na atual avenida JK entre as ruas Príncipe da Beira e 13 de Maio. A primeira igreja católica foi erguida no setor 15 (1983), sendo devotada a nossa Senhora da Glória.
Assim, o atual município de Nova Brasilândia D’Oeste nasceu do pioneirismo de alguns de seus moradores, associado ao projeto de assentamento do incra, que distribuía lotes de 50 ha, seguindo a política de abertura de novas fronteiras agrícolas.  Recebeu a designação definitiva quando ocorreu a emancipação em 1987.
É importante ressaltar o curto espaço de tempo entre o seu surgimento e a sua emancipação política, evidenciando a explosão migratória ocorrida e a falta de condições para melhor se estruturar como unidade municipalista.
NOVA BRASILÂNDIA D’OESTE
1 Aspectos físicos :
Área geográfica: 1.155,40 km² (2000)
CEP: 78.974-000
Lei de criação: Lei nº 157, de 19. 06. 1987
Microrregião V - Alvorada do Oeste: Nova Brasilândia D’Oeste, Alvorada do Oeste, São Miguel do Guaporé e Seringueiras.
Limites: ao Norte, Presidente Médici; ao Sul, São Miguel do Guaporé; a Leste, Novo Horizonte do Oeste; a Oeste, Alvorada do Oeste e São Miguel do Guaporé.
Distância à capital do Estado: 537 km.
NOVA BRASILÂNDIA
O Município de Nova Brasilândia D'Oeste, criado pela Lei nº 157 de 19 de junho de 1987, está localizado na região sudeste do Estado de Rondônia, próximo à cidade de Rolim de Moura (64 Km) e distante cerca de 537 Km da Capital do Estado, Porto Velho.
População (2006)
Total: 18.005
Taxa de crescimento Anual
Total: 2,56%
Área: 1.155 km2
Altitude: 320 metros
Latitude:11º 43' 11" Sul
Longitude: 62º 18' 42" W-GR
Dens. Demográfica: 13,09 hab/km2
O relevo é constituído por superfícies acidentada e o solo se caracteriza como de média e alta fertilidade. O clima é subtropical úmido com temperatura média anual de 34ºC (máxima de 37ºC e mínima de 14ºC).
Nova Brasilândia possui como limites territoriais. Ao Norte, o município de Presidente Médici. Ao Sul, São Miguel do Guaporé. Ao Leste Novo Horizonte D'Oeste e ao Oeste os municípios de Alvorada do Oeste e São Miguel do Guaporé.
 
 
De Cacoal-RO até Nova Brasilândia D'Oeste-RO
Distância: 127 Km

Iniciando em Cacoal-RO, deixe a Br-364 e siga pela RO-383;
Percorridos 37 Km você chegará à vila de Nova Estrela, vire à direita seguindo pela RO-010;
Percorridos 26 Km você passará pela cidade de Rolim de Moura;
Continue por 64 Km na RO-010 até chegar a Nova Brasilândia D'Oeste.
 
Localização
[[Ficheiro:|280px|center|Localização de Nova Brasilândia D'Oeste]]
11° 43' 11" S 62° 18' 57" W11° 43' 11" S 62° 18' 57" W
Unidade federativa Rondônia
Mesorregião Leste Rondoniense IBGE/2008 [1]
Microrregião Alvorada D'Oeste IBGE/2008 [1]
Região metropolitana  
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 1155 km²
População 17.653 hab. est. IBGE/2008 [2]
Metro {{{população_metro}}} hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade hab./km²
Altitude 320 metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH 0,689 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 115.284 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 6.454,00 IBGE/2005 [4]

História mais breve

 
A ocupação por colonos da área onde se formou o município de Nova Brasilândia D´Oeste ocorreu a partir do início da década de oitenta do século XX, foi uma continuação da colonização do setor Rolim de Moura.
A área onde se formou o município de Nova Brasilândia D´Oeste foi colonizado pelo Projeto de Assentamento Zéferino (PA-Zéferino) e pelo Projeto Fundiário Guajará, setores Acangapiranga e Rio Branco, nesta região o serviço de topografia foi realizado no início dos anos de 1980, e Juntamente com a demarcação das linhas e de lotes rurais, pelo INCRA, eram distribuído aos seus ocupantes. Porém, o PA-Zeferino foi oficialmente implantado em 1987.
Os desbravadores de Nova Brasilândia D´Oeste migraram para a região antes de ser aberta a estrada (linha 25, atual RO 010). Os primeiros colonos viajavam de ônibus da Viação Amazonas, no trecho, saindo do então povoado de Rolim de Moura até a linha 152 e daí até a linha 140 viajavam de pick-up, embarcado em caminhonete ou em caminhão, principalmente caminhão que transportavam madeiras. Para chegar ao local onde se formou o povoado de Brasilândia, os desbravadores andavam a pé, e o que é pior, carregando cacaios nas costas, com peso que variava de 15 a 30 kg, alguns migrantes transportavam mercadorias em animais.
A estrada, RO 010, na época denominada de linha 25, foi aberta em 1979 até o entroncamento com a linha 184, onde formou o povoado de Rolim de Moura, em 1980 foi aberta até a linha 176, em 1981 foi aberta até a linha 152, em 1982 foi aberta até linha 138, próximo as nascentes do rio Lacerda de Almeida ou Bolonês.
Antes destes acontecimentos, em 1975/1976, a CPRM, Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais, realizou um mapeamento geológico e prospecção geoquímica no baixo curso dos rios, Muqui, Acangapiranga ou Novo Mundo e no Bolonês ou Lacerda de Almeida.
As margens do igarapé Bolonês era área de seringal (Seringal Bolonês) e Joaquim Dourado e Sabino Rosas promoveram a ocupação por colonos. Por volta de 1982, na região havia aproximadamente 194 famílias, em demarcação de posses.
No período de ocupação, ocorreram diversas conflitos e mortes por questão de limites de lotes rurais.
O movimento migratório de colonos que faziam posse de novas áreas continuou no sentido oeste de Rondônia e no meado de 1981, as terras no entroncamento da linha 25, com as linhas 13, 14, e 15 foram ocupadas.
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA fazia a topografia das linhas e dos lotes rurais, e oficializava a ocupação.
Os primeiros colonos chegaram à região, para tomar posse de terras, caminhando por um picadão, aberto dentro da floresta.
Em novembro de 1982, ocorre a abertura primária da estrada que chega até o então povoado Brasilândia, mais somente em 1983 a construtora CONCIC realiza a execução dos serviços de terraplanagem da estrada.
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Criação do município de Nova Brasilândia D´ Oeste
 
O município de Nova Brasilândia D´ Oeste foi criado pela Lei nº 157, sancionada pelo governador do estado de Rondônia, Jerônimo Garcia de Santana, em 19 de junho de 1987, o município instalado no dia 1º de Janeiro de 1989, com a posse do primeiro prefeito eleito e dos primeiros vereadores.
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Prefeito nomeado
 
Para administrar o município de Nova Brasilândia do Oeste, na fase inicial, o governador Jerônimo Garcia de Santana nomeou José Américo Martelli.
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Prefeitos eleitos
 
Primeiro prefeito, Adhemar Peixoto Guimarães, eleito em 15 de novembro de 1988 foi empossado em 1º de janeiro de 1989. Foi afastado do cargo e em seu lugar assumiu o vice-prefeito Roque José de Oliveira. O prefeito Adhemar Peixoto Guimarães reassumiu o cargo de prefeito e administrou até 31de dezembro de1992.
Segundo prefeito, Juarez Martins de Oliveira, eleito em 3 de outubro de 1992 foi empossado em 1º de janeiro de 1993, administrou até 31 de dezembro de 1996.
Terceiro prefeito, Elenai Lima Vidal, eleita em 3 de outubro de 1996 foi empossada em 1º de janeiro de 1997, administrou até 31de dezembro de 2000.
Quarto prefeito, Joaquim Silveira de Rezende, eleito em 3 de outubro de 2000 foi empossado em 1º de janeiro de 2001, administrou até 31 de dezembro de 2004.
Quinto prefeito, Valcir Silas Borges, eleito em outubro de 2004 foi empossado no dia 1º de janeiro de 2005, o mandato terminou dia 31 de dezembro de 2008.
Sexto e atual prefeito, Valcir Silas Borges, reeleito em 5 de outubro de 2008 foi empossado no cargo, para o segundo mandato, dia 1º de janeiro de 2009, esse mandato terminará dia 31 de dezembro de 2012.
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Eleições municipais
 
No município de Nova Brasilândia D´Oeste em 5 de outubro de 2008 estavam aptos para votar 14.020 eleitores, distribuídos em seções 42.
Concorreram ao cargo de prefeito  dois candidatos que obtiveram: Valcir Silas Borges (PSB) 5.796 votos, igual a 52,32% dos votos válidos e Maria Aparecida Alves Pereira (PTB) 5.281 votos, igual a 47,68% dos votos válidos.
 
Estatística das eleições de 2008
Total apurado 11.852 votos;
Válidos 11.077 votos, 93,46%;
Em branco 133 votos, 1,12%;
Nulos 642 votos, 5,42%;
Comparecimento 11.852 votos, 84,54%;
Abstenção 2.168 eleitores, 15,46%.
 
Vereador eleitos em 2008
 
Ana Paula Alves Pereira ----------------------- 704 ------- 6,16% votos válidos
Aroldo de Oliveira Laurindo ------------------ 498 ------- 4,36% votos válidos
Geciel Bueno Neves ---------------------------- 431 ------- 3,77% votos válidos
Ademar Aparecido Maesta -------------------- 390 ------- 3,41% votos válidos
Aurindo de Almeida ---------------------------- 374 ------- 3,27% votos válidos
Carlos Freire Camargo ------------------------- 344 ------- 3,01% votos válidos
Ilis Ferreira de Andrade ------------------------ 337 ------- 2,95% votos válidos
Edivaldo Ferreira dos Santos ------------------ 328 ------- 2,87% votos válidos
Elvis Emerson Sotocorno ---------------------- 311 ------- 2,72% votos válidos
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Fonte TER: Resultado em 05/10/2008 18:49:52
 
 
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Delegacia
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3418-2342 / 192
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Hotel Londrina
3418-3418-2760
Hotel Iguaçu
3418-2272
Hotel Beira Rio
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Restaurante Fim da Picada
3418-3031
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BRASILÂNDIA D'OESTE

Copyright2004© - Todos os Direitos Reservados
 

 PREFEITO E VICE - PREFEITO - ADMINISTRAÇÃO 2009/2012

 

BIOGRAFIA DE VALCIR SILAS BORGES
 
Valcir Silas Borges chegou a Nova Brasilândia D´Oeste aos 15 anos de idade, em setembro de 1986. Foi morar na linha 114 km 8,5 lado norte, juntamente com seus pais Valdevino Menegon Borges, sua mãe Noeli Borges e seu irmão Leodacir Borges. Onde deu início ao seu trabalho em prol da população. Foi Dirigente Coordenador de igreja, foi professor das séries iniciais, coordenador da Pastoral da Juventude Diocesano de Ji-paraná, foi ministro onde realizou vários batizados e casamentos, é formado em Teologia. Silas foi escolhido pela ex-prefeita Elenai Vidal para ficar a frente do Plebiscito entre Nova Brasilândia e o município de São Miguel hoje autorizado pelo TRE para ser realizado.
Sua vida era envolvida com a igreja por onde passava deixava sempre um olhar e um sorriso puro. De braços abertos recebia todos que encontrava.
No ano de 1997 casou-se com Aparecida Cozendey Lima Borges. Com a qual tem 02 filhos a mais velha Amabilly Cozendey Borges e o caçula Guilherme Cozendey Borges.
Silas descobriu que sua vida era para viver com e para o bem do povo, “Eu sou do povo” ele dizia. Foi coordenador de campanhas de Deputados, Prefeito e Vereadores. Mudou para a área urbana da cidade de Nova Brasilândia e foi ser Chefe de Gabinete por 02 anos, prestou seus serviços em todas as áreas sendo chefe de gabinete e por isso e outras razões foi eleito prefeito de Nova Brasilândia D´Oeste em outubro de 2004, onde juntamente com sua equipe transformou o município com obras, tanto na área rural, quanto na urbana. E em 2008 candidatou-se a reeleição pelo partido PSB, e foi o primeiro prefeito reeleito da história de Nova Brasilândia D´Oeste.
 
BIOGRAFIA DE JOSÉ APARECIDO DE SOUZA
José Aparecido de Souza, conhecido como “Zezinho da Emater”, filho de Manuel Vieira de Souza e Cosma Marcelino de Souza. Nascido no dia 12/08/1973 na cidade de Janiópolis no estado do Paraná onde morou até aos 13 anos de idade, Chegou ao Estado de Rondônia em outubro de 1986 na linha 160 Sul no Município de Novo Horizonte D`Oeste . Estudou o ensino fundamental em Novo Horizonte D`Oeste  e concluiu o ensino Médio - curso Profissionalizante (técnico em Agropecuária ) na cidade de                     Ji- Paraná na Escola Silvio Gonçalves Farias no ano de 1993 . Quando iniciou a carreira Profissional de Extencionista Rural da Emater-Ro, Associação de Assistência técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia, no escritório local, Município de Nova Brasilândia D`Oeste até 2000 , em Janeiro de 2001 foi nomeado gerente da Emater deste Município . Casou com 25 anos de idade, tem 02 filhos. Por iniciativa do Prefeito Silas, em Criar a secretaria da Agricultura foi convidado em 2005 pelo Prefeito para ser secretário da Agricultura onde trabalhou até 2007. Voltou para a Emater local, quando pediu afastamento para ser candidato Vice Prefeito juntamente com Silas Borges. Pelo partido PMDB. Eleito em outubro de 2008. 

 

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